quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Saudades

Saudades. são 3 sílabas e 8 letras repletas de significado e significância. A lembrança de algo bom. Sim, lembranças boas. Ninguém se prende a lembranças ruins, os mecanismos de defesa cuidam bem disso. Enfim, junto com as lembranças vem a vontade de poder reviver os momentos alegres, emocionantes de uma história vivida, e não há quem não tenha uma a contar e mesmo que a memória um dia pregue peças, sempre sobra os sentimentos puros e a sensação de um dia reencontrá-los. E falando em peças, eis que a vida nos prega uma ao ceifar do nosso convívio alguém com tamanha alegria, simpatia, jovialidade, beleza, brilho... poderia enumerar centenas de qualidades e tecer altos elogios, mas a dor da ausência até ofusca os pensamentos. Fica uma certeza:

Saudades sempre, Bruna!

Luz gata!

domingo, 17 de outubro de 2010

Eu quero defender...

Só queria compartilhar comigo mesmo e os poucos que leem esta coisa, 2 videos. O primeiro é de um debate entre os candidatos ao governo do DF, em que destaco o desempenho especial da candidata Weslian Roriz.


e já que é assim, vamos dançar na balads né:

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Algo sobre amizade...

Na simplicidade de uma pequena semente jogada ao solo se depositam sentimentos que, regados pelas qualidades tais quais a sinceridade, a lealdade, a serenidade, germinam, crescem e, podados pelos defeitos e pelas divergências, se emolduram numa obra de austero deslumbramento. Assim é a beleza da amizade!

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Bestolândia parte 2

E por falar em Bestolândia, o PALHAÇO é representante do POVO! Achei de altíssimo padrão essa metáfora. E não é hipérbole, apesar de gostar muito dessa figura. Mais de um milhão de votos para um indivíduo semi-analfabeto. Mera gentileza... A alegação é o protesto. E que forma mais altiva de protestar não!? "Pior do que está não fica..." Oras! Nada está tão ruim que não possa piorar. E em vez de lutar contra a avacalhação do Legislativo, vamos promovê-la? Acho que a canastrice começa em quem escolhe seu representante. Ainda temos bons políticos, de caráter, honrados... se todos tirassem ao menos 30min do seu dia e assistissem a TV Camara ou TV Senado, seriam capazes de notar que no meio do joio há trigo. Os resultados seriam diferentes. Cobra-se muito, mas quem realmente se interessa em se aprofundar nos problemas desta nação e ouvir o que estes senhores discutem em nosso favor?

beijos, reflita.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Bestolândia dos sabidos

Vivemos em uma época de entendidos que falam de arte, ciência, filosofia, política... Não há área do saber que não abranjam.
Na Política, é professor, com soluções para todo e qualquer problema nacional. Quem nunca acerta é o governo. Na Arte, é crítico, se atrevendo a dizer como ela deve ser e como não deve, embora só saiba mesmo escrever garatujas. Em Filosofia, é doutor. Conhece todos os filósofos existente e talvez até por virem a existir e pasmem, discute os seus pontos de vista. Em Religião, é maior que São Tomás. E assim é na Química, na Física, na Astronomia, na Psicologia, nas artes passadas, presentes e futuristas...
Na verdade nunca estudou, nunca leu, mas o progresso lhe permitiu isso. É como já disse Rui Barbosa: "Ler, não leu. Escrever, não escreveu. Ruminar, não ruminou. Produzir, não produziu. É um improviso onisciente." E tudo isto enfeixado em única palavra: mediocridade. Superficialismo cultural, aprendido nos jornais, nos folhetins, nas propagandas, no ouvir dizer por aí em reuniões sociais e afins que tiram o tempo necessário para o aprofundamento dos poucos conhecimentos, justamente porque conhecimento requer estudo, e estudo requer coragem de romper com as facilidades modernas, como os divertimentos a granel, os compromissos sociais constantes, os programas de viagem, muitas conversas e muitos passeios.
Só os que tem muito amor ao estudo, seja por qualquer razão, é que são capazes de romper esse círculo e riem então da "bestolândia" dos "sabidos".

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Adolescente Tardio

Ai ai, as vezes eu me espanto com essa vida adolescente que eu insisto em levar em certas circunstâncias. Até que é engraçado! Veja bem a ultima:

Sábado, saí escondido pra balada. Eu no auge dos meus 26 anos, servidor público, roubei as chaves do meu próprio carro e saí dirigindo sem carteira e checando as blitz pelo twitter. É, já tem quase um ano que fui pego no bafômetro e fiquei mil reais mais falido, entretanto só pegarei minha carteira de volta em Janeiro. Enfim... continuando as desventuras de um adolescente tardio... lá no famigerado Espaço Galleria, palco de tantas histórias hilárias, trágicas, ou simplesmente histórias, onde ocorreu a festa intitulada MÁXIMA é que... acho melhor pular esta parte... e lá pelas tantas atraquei-me com uma criatura de nome impronunciável (E quem liga?) já fiz muito em perguntar o nome, aliás até telefone troquei e eis algo inédito. Mas eu falei que em 2010 haveria novidade. Pois bem, pós balada tomei café da manhã numa padaria com o amigo Luan e fui-me para a casa. Chegando, entrei pé ante pé tentando não acordar a mãe. Veja se tem cabimento... tudo pra não ouvir bronca. Não teve jeito, passei então para o banheiro a me banhar para dormir e quando reparei meu reflexo no espelho eis que vejo duas manchas no meu pescoço. Teria eu lidado com vampiros? -n. E lá fui eu roubar a maquiagem da mãe pra esconder as rochuras pescoçais. É de rir né? Mas enfim, o serviço foi bem feito e não precisei ficar o dia de gola alta.

Já ia me esquecendo, rolou a tal troca dos telefones né... e eis a dúvida ligar ou não? o que dizer? quer coisa mais teenager que isso? Mas como bom sagitariano que sou, adolescente ou não, todos sabem onde isso vai parar né...

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Se as pessoas falassem mais, tudo seria tão mais fácil. Perde-se tanto tempo guardando coisas para si, remoendo sentimentos que no fim das contas só fazem mal a si mesmo. Não que eu seja dos mais abertos a diálogos, aliás como bom sagitariano, impulsivo e estabanado, acabo metendo os pés pelas mãos por não saber agir no primeiro momento. Só mesmo depois do ápice dos acontecimentos é que a sensatez vem a tona e as coisas acontecem como devem ser, ou não. Mas o fato é que essa história de ruminar sentimentos não "tá usando" muito, sempre que tenho oportunidade boto tudo pra fora. E é tão bom, só o alivio que se sente vale a pena, mesmo que possíveis questões não se resolvam, mas sentir-se bem consigo mesmo é a melhor coisa.